Cara !
É estranho admitir que vc é tão forte em tantas coisas mas quando se trata do coração vc é tão pequinininho. Lembro-me agora de uma pesquisa que fiz na faculdade sobre loucura e genialidade, lembro-me de uma fala de Lima Barreto que dizia o seguinte: " O amor é dotado de salvar os loucos da morte mas não da loucura, pois eles estão na mão de um poder que é mais forte do que a morte". A esta, dizem, vence o amor; a loucura, porém, nem ele. (...) Eu me indago, de mim para mim se, por acaso não é o amor que me corroi. Mas vejo bem que não. Passei a idade de tê-los, fugindo dele, para que não me criasse sofrimento e não prejudicasse a minha ambição e gloria.
Acredita-se que uma das possiveis causas da loucura do romancista de alma atordoada esteja relacionada aos relacionamentos afetivos.
Pois bem...Como pode sentimentos tomarem tais proporções? Por que necessitamos ser amados e amar?
O que é amor? Pq as pessoas pensam tanto sobre isso e outras fazem de tudo para não pensar?.
Sentimentos são tão estranhos. São tão atraentes.
Escrevendo me torturo pensando em quem irá ler e o que irá pensar...mas é uma tortura tão desnecessaria que me sinto idiota até mesmo em falar sobre ela, mas, o fato é que ela existe. Escrever sobre algo que é "bonitinho" e digno de ser lido e comentado...oO...definitivamente não combina com a dona do blog. Onde está a espontaneidade das palavras? se na realidade elas sempre ficam muito mais bem arranjadas assim...nas palavras soltas que compõe um todo coerente. Falar de amor me atrai sempre, embora não esteja amando. Não consigo expor aqui questões do tipo filosoficas ou cristãs pq ..? não sei, só tenho preferências pela escrita de fantasias, e isso basta dizer.
Querer amar ou gostar ou se apaixonar é tão estranho...pq vc quer cuidar do outro, mas vc tem medo do novo, de que maneira aquele novo passará pela sua vida. Quando falamos em romances o conceito de finitude e independÊncia ,de ambos envolvidos na relação, fica bem longe, talvés estes sejam algumas das possiveis causas de tantos "desastres afetivos", geralmente nos comportamos como se o outro fosse extensão do nosso próprio corpo e que "ele (a) é o amor da minha vida, que não existe alguém melhor do que ele (a)", entramos então na questão da finitude, não existe as metades da laranja, temos tão somentes seres que se completam e se potencializam....quando esses dois elementos acabam (de forma geral)....já não existe mais relação, o amor já não faz mais sentido.
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