"O que tanto me comoveu nesse príncipe adormecido foi sua fidelidade a uma flor; é a imagem de uma rosa que brilha nele como a chama de uma lamparina, mesmo quando ele dorme..."
Sabe o que eu quero da verdade? - Jamais perder a sensibilidade, mesmo que ela arranhe um pouco [Clarice Lispector, como sempre traduzindo sentimentos meus]
sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Nem sou madura...
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.” C. Lispector
ps. Minha personalidade sob as palavras de Clarice
quinta-feira, 15 de março de 2012
Cuidando de mim
E eu decido que esse é o meu tempo !!! tempo só pra mim
De dialogos " eu e o ego", dialogos entre a alma e a rua.
E percebo então que a companhia é bela e estranha. Estranha na fala, no pensamento, na escrita, és definitivamente ESTRANHA.
E o objetivo "cara eu", é uma reflexão sobre o hoje, o temido futuro e as relações um tanto quanto frágeis. Haa a fragilidade, ela gruda no meu corpo e não solta, não solta mesmo !!!
Mas tá decidido e não vale ficar arrependido (rsrs) o seu tempo é AGORA, sem alarde, falo baixinho: eu quero um lindo poema, os balbucios de uma criança e sentir o vento nos cabelos ( eu adoro isso). Ouvindo meus pensamentos ( sentido figurado,claro) percebo que é inexplicável certas necessidades que temos em ficar só, em não ter que ficar ali do lado de outra pessoa fingindo um sorriso, um interesse no assunto,etc e tal. Hj eu descobri que um lindo caso de amor , é quando vc se aceita e percebe que não tem sempre que renunciar á convicções por amor á outra pessoa, renúncias são fundamentais, não to questionando isso, mas tem que ser dos dois lados. Não menciono renúncia aqui como algo que no momento está acontecendo em minha vida, mas como sendo um assunto que constantemente penso, pois vejo que pode existir no futuro, então penso: vai valer a pena? quem perde? quem ganha? e ganha o que?
...Eu volto pro meu mundinho...e falo/escuto baixinho: deixe o amanhã o seu próprio mau, há tempo para tudo nessa vida. Então eu abraço os meus sonhos e vou cuidando de mim !
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